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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

RESERVA CANAÃ E SEU DIREITO DE PRESERVAÇÃO É TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DE VEREADORES DE SÃO LUÍS


A ARCA - Amigos da Reserva Canaã convida todo o conjunto Canaã, bairros adjacentes e a quem mais interessar para uma AUDIÊNCIA PÚBLICA com o Tema: A RESERVA CANAÃ E SEU DIREITO DE PRESERVAÇÃO.

Quando: 01 de novembro de 2018 (quinta-feira)
Hora: 10 horas
Onde: Câmara de Vereadores de São Luís

Desde já agradecemos a sua participação.

terça-feira, 3 de julho de 2018

AUDIÊNCIA PÚBLICA OS IMPACTOS DA PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS E ELETRONORTE NA ECONOMIA DO MARANHÃO



CONVITE 
AUDIÊNCIA PÚBLICA
OS IMPACTOS DA PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS

E ELETRONORTE NA ECONOMIA DO MARANHÃO

O Sindicato dos Urbanitários do Maranhão - STIU/MA convida para Audiência Pública sobre Impactos da Privatização da Eletronorte, requerida pelo vereador Honorato Fernandes, a se realizar no próximo dia 12 de julho, quinta-feira, às 10 horas, no Plenário da Câmara Municipal.(Fonte:ASCOM STIU-MA)

Sua presença é muito importante!
Fernando Antonio Pereira
Presidente do STIU-MA

12/07/2018 (Quinta-feira), às 10 horas
Plenário da Câmara Municipal de São Luís
Praia Grande/São Luís (MA)



quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Comunidades de São Luís realizam Audiência Pública pela criação da Reserva Extrativista do Tauá-Mirim

Pela criação da Reserva Extrativista do Tauá-Mirim, no Maranhão
Com essas palavras de cantos, as comunidades das duas pontas da Ilha de São Luís, as localizadas na área do Itaqui, e as localizadas na cidade de Paço do Lumiar, viveram um dia histórico de unidade! Governo e empresa ignoram comunidades!

A WPR, empresa de fachada que quer construir um porto de mais de 800 milhões de reais e despojar várias comunidades, a começar pelo Cajueiro, onde provocou verdadeiro terrorismo sob a conivência do Governo do Estado, une-se ao governo Roseana Sarney, e ambos, empresa e estrutura do Estado, boicotam audiência na Assembleia Legislativa para discutir a situação.

Em resposta, representantes de dezenas de comunidades da Ilha de São Luís que estavam presentes no Legislativo, uniram-se e , da Audiência Pública, saíram em caminhada até a Sede Administrativa do Governo, no Palácio Henrique de La Rocque, onde ocuparam a Secretaria de Indústria e Comércio (Sedinc), responsável pelos projetos de desenvolvimento que vêm massacrando a população na área do Itaqui. Os projetos são capitaneados por empresas como Vale, Alcoa e Suzano.

Mesmo com a força policial acionada para receber os manifestantes, estes pressionaram e arrancaram uma reunião com representantes da Secretaria de Indústria e Comércio: dois servidores foram designados para falar com os presentes (um da Assessoria Jurídica e outro, que trabalha justamente com os processos de deslocamento das populações).

Ficou acertada uma reunião para a próxima quinta-feira, dia 27 de novembro, quando finalmente Sedinc e Sema (Meio Ambiente) deverão dar explicações às comunidades sobre o fato de até agora o Governo do Estado barrar a criação da Reserva Extrativista do Tauá-Mirim, unidade de conservação capaz de dar tranquilidade aos habitantes da área (comunidades de pescadores e agricultores), e que se revela numa medida imprescindível para manter o equilíbrio ecológico em São Luís do Maranhão.

Além das comunidades da Zona Rural de São Luís que vêm sofrendo verdadeiro atropelamento, estiveram presentes membros de várias comunidades do município de Paço do Lumiar, também na Ilha do Maranhão, que sofrem processo semelhante, advindo da especulação imobiliária.

Foi a primeira vez que dezenas de comunidades da Ilha marcharam unidas. Mas elas já garantiram que não será a última!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Município de Bom Jardim recebe COMEFC

O Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás (COMEFC), realizou na ú-ltima sexta-feira (9), uma audiência pública no município de Bom Jardim, (distante 263 km da capital, São Luís). O Ginásio de Esportes Pedrozão recebeu mais de 200 pessoas, entre prefeitos, vereadores, comunidade e lideranças comunitárias.

A anfitriã do evento, prefeita municipal de Bom Jardim, Lidiane Rocha, afirmou que apesar do município não ser percorrido pela ferrovia, sofre direta influência. De acordo com a prefeita, um dos principais prejudicados seriam as comunidades indígenas, que sofrem com doenças respiratórias e dermatológicas, ocasionadas pela poeira do minério de ferro. “Assim como nos outros 22 municípios, a cidade de Bom jardim exige que os danos causados pela VALE S.A sejam ressarcidos, pois nossa população sofre com trepidações, com suas casas rachadas, com doenças. O consórcio não quer migalhas, ele luta para que a empresa enxergue o Maranhão com o merecido e justo respeito, por isso devemos nos unir”, afirmou a prefeita.

Estiveram presentes no evento, o prefeito de Santa Rita, Tim Ribeiro; Atemir Botelho, prefeito de Alto Alegre do Pindaré; o prefeito de Tufilândia, Dr. Neto; João Queiroz, prefeito de Monção e Walber Furtado, prefeito de Pindaré Mirim. Todos prestigiaram a garra da jovem prefeita, que apesar dos problemas enfrentados em seu município, não deixa de congregar com os objetivos do COMEFC.

Para o prefeito Tim Ribeiro, a VALE tenta enganar individualmente os municípios, pois com falsas promessas, diz ajudar as cidades que sofrem influência da ferrovia. “A VALE veio para o Maranhão, mas a condição seria trazer desenvolvimento na qualidade social e ambiental nas cidades por onde ela iria passar. Isso nunca aconteceu. A maior mineradora do mundo passa com suas riquezas pelos municípios mais pobres do Brasil,”, disse o prefeito.

O estado do Pará se beneficia com 88% dos impostos pagos pela VALE, o Maranhão é beneficiado apenas com isolados pequenos projetos e o Vale Festejar. O COMEFC luta por pagamento de compensações que serão destinados aos municípios atingidos pela estrada. Os fundos serão distribuídos nas cidades, que possuem um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país.

No final da audiência pública todos os prefeitos disseram permanecer firmes na luta a favor do Maranhão (Fonte: Nathalia Virginia - Assessora de Imprensa do COMEFC).

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Audiência no Município de Monção é realizada com sucesso

O município de Monção recebeu no último sábado (27), mais uma audiência pública do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás (COMEFC). Estiveram presentes no evento, a presidente do consórcio e prefeita do município de Bom Jesus das Selvas, Cristiane Damião; o prefeito de Pindaré Mirim, Walber Furtado; o prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Atemir Botelho; Raimundinho, prefeito de Igarapé do Meio; o prefeito de Monção, Queiroz, lideranças comunitárias da região e duas comunidades do município de Igarapé do Meio.

A audiência serviu para esclarecer os principais objetivos do COMEFC, além de receber a demanda da população atingida pela Estrada de Ferro no município. O prefeito de Monção, Queiroz afirmou que todas as medidas para incentivar e apoiar o consórcio serão realizadas. “Só quem vive essa dura realidade, pode sentir a necessidade de medidas urgentes. Nós enfrentamos o barulho, a poluição e as mortes. O COMEFC está lutando pela melhoria da qualidade de vida de mais de 1 milhão e 800 mil habitantes”, disse o prefeito.

A presidente do COMEFC , Cristiane Damião acredita que o consórcio está sensibilizando todas as esferas políticas para que a luta seja em conjunto. “Estamos unidos nessa luta. Já realizamos mais de 16 audiências e a população está cada vez mais pedindo respostas por parte da VALE”, concluiu a prefeita.

No final da audiência, mais de 600 pessoas resolveram interditar o trecho da ferrovia Carajás no município. A população marchou em direção à ferrovia, que ficou interditada por cerca de 4 horas. Um trem de passageiros que completava o percurso São Luís/Parauapebas permaneceu parado durante a manifestação.

De forma pacífica os manifestantes exigiam em medida de urgência, que a VALE repasse aos municípios atingidos compensações sociais, econômicas e ambientais.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Comefc realiza Audiência Pública no município de Tufilândia

Cerca de 200 pessoas participaram neste sábado (20), de mais uma audiência pública do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão (COMEFC). A cidade de Tufilândia recebeu a comitiva do consórcio, composta pelo prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Atemir Botelho; o prefeito de Pindaré Mirim, Walber Furtado; Allan Linhares, prefeito de Bacabeira; Leoncio Lima, Diretor Administrativo COMEFC, autoridades, vereadores, representantes de comunidades e lideranças religiosas.

O anfitrião da reunião, o prefeito de Tufilândia, Raimundo Neto, iniciou as falas da mesa de honra, e disse que se sente orgulhoso por fazer parte do consórcio. “Uma causa que é pioneira, uma causa que beneficiará nossa população, merece todo o apoio possível. A VALE só nos causa danos, por isso precisamos nos unir”, afirmou o prefeito.

Mostrando-se preocupado com a duplicação da ferrovia Carajás, Leoncio Lima, Diretor Administrativo do COMEFC, enfatizou que os mais 726 km de ferrovia construídos trarão muitos problemas ao Maranhão. “Se passamos por todas essas dificuldades com apenas essa estrada, não podemos mensurar o tamanho do estrago que está por vir”, concluiu o Diretor.

Atemir Botelho, que estava representando a presidente do consórcio, Cristiane Damião, falou que o motivo do COMEFC percorrer todos os municípios que sofrem influência da estrada no Maranhão, é discutir e avaliar de perto todos os problemas enfrentados por estas comunidades. “Estamos propondo alternativas que deveriam ter sido espontâneas e realizadas pela VALE. Não somos nós que passamos pela VALE, é ela que passa no nosso território. É justo compensar”, finalizou.

Na última sexta-feira (19), durante audiência pública realizada no município de Alto Alegre do PIndaré, mais de 700 pessoas iniciaram uma paralisação de advertência no trecho da ferrovia. Por cerca de 2 horas os manifestantes reivindicavam o pagamento dos passivos que deveriam ser repassados pela VALE aos municípios impactados (Fonte: Nathalia Virginia - Assessora de Imprensa COMEFC).

quinta-feira, 18 de julho de 2013

COMEFC realiza Audiências Públicas no fim de semana

O Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás (COMEFC) estará realizando sua Audiência Pública na cidade de Alto Alegre do Pindaré, nesta sexta-feira (19). Já no sábado (20), o município que sediará a audiência, será Tufilândia, na creche Primeiros Passos, às 09h.

O Comef foi criado com o objetivo de garantir a diminuição nos impactos sofridos pelos municípios sob influência da Estrada de Ferro Carajás. No total, 23 municípios estão participando de ações estruturadas para alavancar o crescimento destas regiões e apoiam discussões imediatas com os diretores da Vale, visando a garantia da extinção do rastro de miséria, mortes e devastação ambiental deixadas nas comunidades.

Estarão presentes no evento, autoridades locais, lideranças comunitárias, associações rurais e toda comunidade em geral (Fonte: Nathalia Virginia - Assessora de Imprensa COMEFC).

Confirmada audiência pública que discutirá preservação da Baixada Maranhense

A Assembleia realizará, no dia 20 de agosto, no Plenarinho, uma audiência pública para discutir a preservação da Baixada Maranhense e o problema das cercas elétricas que tomam conta dos campos. Os primeiros detalhes foram definidos na tarde desta segunda-feira (15), em reunião presidida pelo deputado Jota Pinto (PEN), com a presença do superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Jorge Pinto, do superintendente substituto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama-MA), Ricardo Arruda, além da consultora de Meio Ambiente, Luzenice Macedo, e do consultor legislativo Carlos Lula.

Autor do requerimento solicitando a realização da referida audiência pública, o deputado Jota Pinto (PEN) disse, durante a reunião, que já recebeu em seu gabinete diversas reclamações sobre a ocupação dos campos da Baixada, situação que ocasiona a colocação de cercas elétricas para demarcar os terrenos, pondo em risco a vida da população.

O parlamentar defendeu uma ação conjunta de várias entidades e órgãos para discutir uma forma de amenizar a situação da demarcação de terras com cercas elétricas e diminuir o risco. Uma primeira reunião de trabalho nesse sentido foi marcada para o dia 6 de agosto, às 15h, na presidência da Casa, com a presença da Comissão Parlamentar de Meio Ambiente, Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Marinha, Ministério Público Federal do Maranhão (MPF/MA) e Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).

O superintendente da SPU, Jorge Pinto, também defendeu a realização de ações de conscientização nos municípios, com a realização de audiências. “Os municípios precisam atuar. Cada município é responsável pelo parcelamento do solo”, afirmou. Jorge Pinto comentou também que a SPU já emitiu cerca de 1200 títulos reconhecendo a posse de terras no Estado para uso sustentável e familiar, medida que considera um avanço na questão da demarcação de terras. Ele informou ainda sobre a sinalização de uma parceria entre o órgão e a Universidade Federal do Maranhão com o objetivo de demarcar terras na região de Alcântara a Carutapera.
O superintendente substituto do Ibama, Ricardo Arruda, enfatizou a necessidade de uma ampla discussão envolvendo todos os órgãos, entre eles, a Secretaria do Meio Ambiente. “Deve-se ter o devido cuidado para a definição de uma proposta econômica ambiental para a área da Baixada Maranhense”, disse.

PROJETO DE LEI
O deputado Jota Pinto (PEN) vai apresentar um projeto de Lei para que os campos da Baixada Maranhense obtenham o status de área de proteção ambiental, como forma de garantir uma maior preservação da área. Segundo o parlamentar, depois de aprovado pela Assembleia e sancionado pela governadora Roseana Sarney, o projeto tornará possível cobrar das autoridades competentes as devidas providências para garantir o direito dos baixadeiros, que “querem apenas ir e vir e pescar nos campos da Baixada Maranhense, sem correrem o risco morrerem eletrocutados nas cercas” (Fonte: Agência Assembleia).

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Preservação da Baixada Maranhense será discutida em Audiência Pública

O deputado Jota Pinto (PEN) ocupou a tribuna nesta terça-feira (09) para informar que a Assembleia Legislativa aprovou um requerimento de sua autoria, pedindo a realização de uma audiência pública com a Comissão de Meio Ambiente da Casa, com o objetivo de discutir a preservação da Baixada Maranhense e o problema das cercas elétricas que tomam conta dos campos.

O parlamentar informou que percorreu a Baixada Maranhense e viu que praticamente quase todos os campos da região tomados pelas cercas, principalmente as eletrificadas que põe em risco a vida da população. “Temos os campos mais belos do Brasil. Mas, lamentamos que a maioria desses campos estão praticamente cercados e até hoje ninguém tomou providência”, afirmou.

Serão convidados para a audiência pública representantes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, do Ministério Público Federal do Maranhão (MPF/MA), da Agência Reguladora Agropecuária do Maranhão, do Instituto Chico Mendes, da Delegacia Patrimônio da União (DPU) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).

Para Jota Pinto, os campos da Baixada não têm dono, pois pertencem à União e ao Estado. Segundo ele, o cidadão baixadeiro vive reclamando da ocupação dos campos e pedindo providências. “Vamos apresentar um projeto de preservação dos campos da Baixada Maranhense na Assembleia Legislativa”, adiantou.

Na avaliação de Jota Pinto, depois de aprovado pela Assembleia e sancionado pela governadora Roseana Sarney, seu projeto tornará possível cobrar das autoridades competentes as devidas providências para garantir o direito dos baixadeiros, que querem apenas ir e vir e pescar nos campos da Baixada Maranhense, sem correrem o risco morrerem eletrocultados nas cercas (Fonte: Jorge Aragão).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Criação de Comitês Hidrográficos no MA

Simplício Araújo comandou a reunião no Congresso Nacional que debateu os comitês hidrográficos com
Foi realizada nesta quarta-feira (5) na Comissão de Integração Nacional audiência pública proposta pelo deputado federal e vice-líder da minoria Simplício Araújo (PPS/MA) que debateu a utilização dos recursos hídricos no país e a criação dos comitês de bacias hidrográficas. Durante o debate, o parlamentar afirmou que o principal entrave para a criação dos comitês hidrográficos é a falta de vontade política.

Participaram do debate além de parlamentares, o secretário de recursos hídricos e ambiente urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, a diretora – geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas, Marília Carvalho de Melo, o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Mearim, Wilton Lopes de Sousa, o especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA), Osmar Fernandes, e o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Munim, Borromeu Vale. Os convidados debateram os casos de sucesso na implantação e também os entraves na criação dos comitês. No Maranhão, por exemplo, dois comitês estão prontos para serem criados, mas, por problemas burocráticos e falta de vontade política por parte do governo estadual, a situação de ambos encontra-se indefinida.

“Nosso objetivo com a audiência fo promover um amplo debate entre casos de sucesso na implantação dos comitês, como o de Minas Gerais e fazer um contraponto com o Maranhão, que possui dois projetos de comitês, mas, por falta de apoio do governo estadual, não conseguem ser implementados”, disse Simplício.

O representante da ANA fez uma explanação sobre a atual situação dos comitês pelo país. Segundo Osmar, existem atualmente 184 comitês de bacias estaduais e 10 interestaduais, porém, muitos não se reúnem, as pautas são pouco deliberativas, e, na ausência de propostas, os comitês dirigem suas discussões para temas de outras políticas. Para ele, é necessário que se faça um massivo programa de capacitação.

A diretora – geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas destacou a importância da parceria entre estado e sociedade para o sucesso dos comitês. Marília de Melo afirmou que os maiores desafios na implantação dos comitês é criar uma gestão participativa para a efetivação dos resultados e também uma agenda de construção e fortalecimento dos comitês.

Já o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Mearim afirmou que o “estado do Maranhão parou no tempo. Empreendimentos grandes estão sendo instalados no estado, irão utilizar as águas do rio Mearim e, como o comitê não existe, a licença ambiental foi expedida com apenas duas audiências públicas, sem nenhuma preocupação em ouvir a população diretamente envolvida.”

Simplício Araújo criticou a forma como o governo do Maranhão vem tratando a criação dos comitês. “Alegam que o estado não possui recursos financeiros para viabilizar a criação dos comitês, mas contraem empréstimos bilionários junto ao BNDES.”

O Comitê de Bacia Hidrográfica é um órgão colegiado da gestão de recursos hídricos, com atribuições de caráter normativo, consultivo e deliberativo e integra o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Os comitês devem integrar as ações de todos os governos, seja no âmbito dos municípios, do estado ou da união; propiciar o respeito aos diversos ecossistemas naturais; promover a conservação e recuperação dos corpos d’água e garantir a utilização racional e sustentável dos recursos hídricos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Comefc realiza Audiência Pública na Câmara Municipal de São Luís

Acontece nesta quinta-feira (06), a partir das 9h, na Câmara Municipal de São Luís, a Audiência Pública na Câmara Municipal de São Luís, realizada pela Comefc.

O Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão (COMEFC) estará realizando uma Audiência Pública na Câmara Municipal de São Luís. Com o apoio da vereadora Rose Sales, o objetivo da audiência é discutir os encaminhamentos sobre as compensações sociais e ambientais, em favor dos 23 municípios afetados pela Estrada de Ferro Carajás no Maranhão.

Histórico - O Comefc foi criado com o objetivo de garantir a diminuição nos impactos sofridos pelos municípios sob influência da Estrada de Ferro Carajás. No total, 23 municípios estão participando de ações estruturadas para alavancar o crescimento destas regiões e apoiam discussões imediatas com os diretores da Vale, visando a garantia da extinção do rastro de miséria, mortes e devastação ambiental deixadas nas comunidades (Fonte:Ascom do Comefc).


O QUÊ: Comefc realiza Audiência Pública na Câmara Municipal de São Luís
QUANDO: Amanhã (06), a partir das 9h.
 ONDE: Câmara Municipal de São Luís
 CONTATO: Ascom do Comefc, com Nathalia Virginia (98) 9902-2587 e 3303-5191).