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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Ceprama se transforma e amplia estrutura para valorizar o artesanato maranhense

Entre cores, saberes e histórias que atravessam gerações, o Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama) reafirma seu papel como a casa do artesão e do artesanato maranhense. O espaço, que reúne produções cheias de identidade e tradição, vive um novo momento com melhorias que tornam o ambiente mais confortável e organizado, ampliando suas atividades como equipamento cultural e turístico vinculado à Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão (Setur-MA).

Esse novo momento se reflete em uma série de intervenções estruturais que modernizaram o Ceprama, como a revitalização do Salão do Artesanato, a substituição do sistema de iluminação, a recuperação de banheiros, a impermeabilização e revisão do telhado, além da chegada de novos balcões e estantes. As melhorias ampliaram a capacidade de exposição, qualificaram o atendimento aos artesãos e fortaleceram o espaço, que reúne produções de diferentes municípios maranhenses.

À frente da gestão do Ceprama, Silvério Costa destaca que as transformações refletem um trabalho coletivo. “O Ceprama vive um momento muito especial. As melhorias que estamos realizando são resultado de parcerias institucionais e do empenho diário da equipe. São avanços que fortalecem a casa e ampliam seu papel para os artesãos e para os visitantes”, afirmou.

Localizado na Rua São Pantaleão, no Bairro Madre Deus, em São Luís, o Ceprama vai além da comercialização, consolidando-se como um espaço de arte, cultura, formação e encontros, com programação contínua ao longo do ano e forte ligação com a identidade cultural do Maranhão.

Entre as principais intervenções está a requalificação do auditório, que passou por recuperação estrutural, climatização, revisão elétrica, nova iluminação, pintura interna e higienização das poltronas. O espaço passou a oferecer melhores condições para a realização de eventos culturais, apresentações musicais, cursos, reuniões e atividades formativas.

As reformas e melhorias estruturais contam com a parceria da Secretaria de Estado de Governo do Maranhão (Segov). “As reformas do auditório, do Salão do Artesanato, do telhado, do terraço cultural, do coreto e as melhorias que estão sendo feitas no galpão são resultado dessa parceria com a Segov, na pessoa do secretário Márcio Machado, que demonstrou grande sensibilidade e compromisso com o Ceprama”, ressaltou Silvério Costa, que o apoio da pasta foi fundamental para o avanço.

As ações também incluem intervenções da Secretaria de Estado da Infraestrutura (SINFRA), responsável pela recuperação do muro, além da limpeza e conservação da área externa do equipamento cultural.

Outro avanço importante foi a chegada de 40 novos balcões e 35 estantes, viabilizados por meio da parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), o Ceprama e a Setur-MA.  

Além de fortalecer a estrutura do centro, a iniciativa integra uma política de ressocialização, ao envolver internos do sistema prisional na produção dos mobiliários, unindo qualificação profissional, reintegração social e fortalecimento do artesanato maranhense. Os novos equipamentos ampliam o suporte aos artesãos que já atuam no espaço, aos novos profissionais que chegarão por meio de edital e reforçam os espaços do Ceprama, que já abriga produções de municípios como Alcântara, Santo Amaro, Rosário e Cantanhede, promovendo a diversidade cultural e o intercâmbio entre territórios.

“O Ceprama representa a identidade do nosso estado. Qualificar esse espaço significa melhorar a experiência do visitante, fortalecer o artesanato como produto turístico e impulsionar a economia criativa”, destacou a secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo.

Além das melhorias físicas, o Ceprama avançou na modernização dos serviços, com internet livre em áreas comuns, no Salão do Artesanato e no Auditório, além da disponibilização de máquinas para pagamento com cartão, facilitando as vendas e aprimorando a relação entre artesãos e consumidores.

No campo da educação e da formação, o centro ampliou suas parcerias institucionais. A partir de março, passa a integrar o Núcleo de Arte e Educação (NAE), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), oferecendo aulas de balé, dança contemporânea, dança da cultura popular e outras linguagens artísticas. O Ceprama também se prepara para se tornar um polo vocacional do IEMA, com oferta de cursos profissionalizantes e acolhimento de estudantes para estágios, além de manter parcerias com instituições como Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e Universidade Ceuma.

Nesse contexto, destaca-se a criação do Selo Ceprama, desenvolvido por alunos do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Ceuma, fortalecendo a identidade institucional do centro e agregando valor aos produtos artesanais.

Para a artesã permissionária do Ceprama há 35 anos, Lúcia Franco, as mudanças impactam diretamente o cotidiano de quem atua no espaço. “Hoje o Ceprama está mais organizado, iluminado e estruturado. Isso valoriza nosso trabalho e melhora a experiência de quem visita”, afirmou.

A visitante Patrícia Andrade, de São Paulo, que conheceu o espaço durante sua primeira viagem ao Maranhão, também destacou a experiência. “O Ceprama é organizado, bonito e cheio de identidade. Conversar com os artesãos e conhecer as histórias das peças torna a visita ainda mais especial”, comentou.

“As ações refletem o trabalho integrado entre Ceprama, Setur-MA, SEGOV, SINFRA, SEAP, Seduc, instituições de ensino e a equipe do centro, consolidando o nosso espaço como um polo estratégico do artesanato, da cultura, da educação e do turismo no Maranhão. Viva o Maranhão!”, finalizou o gestor do Ceprama, Silveiro Costa.

Texto e fotos: Geíza Batistta - Ascom Ceprama/Setur-MA

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Setur-MA é finalista ao Prêmio Cazumbá 2025 com quatro candidatos em três categorias

Fui indicada à votação do Prêmio Cazumbá de Turismo e Cultura e conto com a participação de vocês nesse momento tão especial.🗳️ Vote na Categoria 17– Vozes que falam o Maranhão

➡️ Geíza Batistta – CEPRAMA . Peço, com carinho, o apoio de todos. 

🔗 Link para votação: https://docs.google.com/forms/d/1mk00nMAhQ2iOO9gfbeiyr5LtLvGNq89RmLn9Ft7h0EU

A Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA) é uma das entidades públicas finalistas ao IX Prêmio Cazumbá de Turismo & Cultura, premiação realizada pelo Jornal Cazumbá. A relação com os finalistas foi divulgada nesta semana pelos organizadores do evento e a Setur-MA concorre em três categorias com quatro candidatos

Com o tema “Identidade Maranhense: turismo que se move, cultura que se transforma”, o IX Prêmio Cazumbá vai laurear personalidades, empresas, empreendedores e instituições públicas que fizeram a diferença no setor turístico e cultural maranhense em 2025.

A Setur-MA é finalista do Prêmio Cazumbá nas categorias ‘Colaborador que Faz Acontecer’, ‘Vozes que Falam o Maranhão’ e ‘Iniciativa Sustentável com Identidade’.  

Na categoria ‘Colaborador que faz acontecer’, a Setur-MA é finalista com a indicação do servidor Enoque Silva. Turismólogo de formação e artista visual por vocação, Enoque trabalha como cenografista e figurinista há mais de 40 anos. Ele iniciou sua trajetória no mundo das artes no Laboratório de Expressões Artísticas (Laborarte), em São Luís, em 1979, e a partir daí não parou mais.

O artista acumula no currículo projetos de sucesso em diversas áreas, como participações icônicas em desfiles de escolas de samba do Maranhão e do Rio de Janeiro, incluindo parcerias com o lendário carnavalesco maranhense Joãozinho Trinta, com quem Enoque Silva trabalhou por mais de duas décadas.  

Artista premiado nacional e internacionalmente, e já vencedor do Prêmio Cazumbá de Turismo & Cultura em 2023, Enoque Silva recebeu com orgulho essa nova indicação.

“Estar trabalhando na área do turismo, na cadeira produtiva do turismo, em um universo tão grande, onde a gente se sente só um grãozinho de areia, e você ser indicado para uma categoria específica, ladeado de outros grandes nomes, já é uma premiação, já é muito importante. Eu já me sinto premiado pela indicação”, celebrou Enoque Silva.  

Seu projeto artístico mais recente via Setur-MA foi a implantação da árvore de Natal instalada no final de novembro no aeroporto de São Luís. A peça temática foi decorada com símbolos que representam ícones da cultura popular do Maranhão e dos 10 polos turísticos maranhenses.

“A árvore simboliza de forma muito enfática todos os nossos polos indutores que a Setur-MA trabalha em suas missões internas e externas, com o intuito de captar e receber turistas que nesse período natalino estarão aqui e serão recepcionados com uma obra de luzes e cores, ornada por tudo que podemos oferecer de melhor da cultura popular maranhense”, detalha Enoque Silva.  


Vozes que falam o turismo maranhense

A Setur-MA também concorre na categoria ‘Vozes que falam o Maranhão’, desta vez com duas indicações ao prêmio: a Assessoria de Comunicação (Ascom) da Setur-MA e a jornalista Geíza Batistta, assessora de Comunicação do Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama).

A Ascom/Setur-MA foi indicada pelo terceiro ano consecutivo ao prêmio, conquistando a honraria na edição 2023. Já a jornalista Geíza Batistta é finalista da premiação pela primeira vez. Com mais de duas décadas de atuação na área da comunicação, há quase 10 anos Geíza Batistta se dedica ao trabalho em assessorias de comunicação voltadas ao turismo.

“Sou jornalista há 22 anos e atuo no turismo há oito, sempre movida pelo amor à cultura, às pessoas e aos destinos do Maranhão. É uma honra concorrer ao Prêmio Cazumbá ao lado de tantos profissionais que fazem o turismo estadual acontecer”, destaca a jornalista.

Trilha dos Saberes

A terceira indicação da Setur-MA veio com o Projeto Trilha dos Saberes para o Turismo, na categoria ‘Iniciativa Sustentável com Identidade’. Iniciativa desenvolvida pela Superintendência de Qualificação Profissional da Secretaria, o Trilhas dos Saberes tem como foco o fortalecimento do Turismo de Base Comunitária (TBC) no Maranhão.

“É um projeto que tem o objetivo de desenvolver habilidades em pessoas que moram em comunidades tradicionais para que elas estejam aptas a trabalhar com o Turismo de Base Comunitária. Com o Trilha dos Saberes, essas pessoas vão aprender, por exemplo, sobre criar passeios a partir do que elas já vivenciam dentro da própria comunidade, organizar a parte da gastronomia, de forma que os pratos típicos que elas já fazem no dia a dia, também possam ser comercializados para as pessoas que chegam”, explica Antônio Castro, superintendente de Qualificação Profissional da Setur-MA.


O projeto foi indicado à IX edição do Prêmio Cazumbá de Cultura e Turismo a partir da experiência desenvolvida no Território Indígena Araribóia, incluída no Mapa Brasileiro do Turismo Responsável.

A experiência valoriza o etnoturismo por meio de práticas culturais preservadas do povo Tenetehar/Guajajara, como a Festa da Menina-Moça (Festa do Moqueado), a Festa do Mel, a pintura corporal com jenipapo, além da vivência coletiva, da alimentação tradicional e do uso de ervas e plantas medicinais.

“Levamos e aplicamos a metodologia do Trilha de Saberes em Arariboia. Houve essa formação direcionada para os indígenas, onde nós provocamos eles para trabalharem com o turismo de base comunitária. Em uma comunidade tradicional indígena, como no caso de Arariboia, é muito possível que eles [turistas] tenham acesso a pinturas corporais, danças típicas e a música típica”, acrescenta Antônio Castro.


Prêmio Cazumbá

O IX Prêmio Cazumbá de Turismo e Cultura conta com 28 categorias e a  votação está aberta até o dia 29 de dezembro de 2025. A entrega do prêmio está marcada para o dia 30 de janeiro de 2026, em solenidade a ser realizada no Teatro Sesc Napoleão Ewerton, em São Luís.

A lista com os finalistas está disponível no site e blog do Jornal Cazumbá (www.cazumbaonline.com.br).

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Raposa celebra Dia Municipal das Rendeiras, arte que virou patrimônio e orgulho do Maranhão

 17/12/2025

Entre bilros e belezas naturais, Raposa, um dos quatro municípios que integram a Grande Ilha de São Luís, celebra sua tradição e revela o talento das mulheres que bordam a história do Maranhão. Nesta quarta-feira, 17 de dezembro, é comemorado o Dia Municipal das Rendeiras de Raposa, marca cultural da cidade que virou patrimônio e orgulho do Maranhão.

A poucos quilômetros da capital maranhense, a cidade encanta com suas belezas naturais, culinária marcante e o som dos bilros que, há quase oito décadas, transformam fios em arte.

O acesso à Raposa é fácil: são cerca de 28 quilômetros pela MA-203, em um trajeto de aproximadamente 40 minutos de carro. Logo na chegada, a brisa litorânea e o colorido das rendas no tradicional Corredor das Rendeiras recebem os visitantes com o melhor do artesanato local.

Mais que um simples ofício, a renda de bilro é símbolo de identidade, sustento e história de Raposa. Nas mãos das artesãs, o “toc-toc” dos bilros se transforma em música, e cada ponto bordado carrega séculos de tradição, transmitida de mãe para filha.

As peças, roupas, toalhas, sousplats, caminhos de mesa e adornos, refletem não apenas delicadeza, mas também a força e a resistência das mulheres que mantêm viva essa herança cultural maranhense.

Esse legado ganhou novo fôlego nos últimos anos com o reconhecimento oficial do Governo do Estado. Em 2024, foram sancionadas duas leis históricas: a Lei nº 12.262/2024, que declara Raposa como a Terra do Artesanato Renda de Bilro; e a Lei nº 12.242/2024, que eleva a renda de bilro à condição de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Maranhão.

A secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo, destaca que esse apoio institucional vem se traduzindo em oportunidades reais. “Apoiar os profissionais do artesanato e as rendeiras é uma prioridade. Garantimos a participação em feiras e eventos nacionais, ampliando a comercialização dos produtos e conquistando novos mercados. Esse apoio é fundamental para que a renda de bilro continue viva, gerando renda e fortalecendo a nossa cultura”, afirma.

Autonomia financeira e tradição

A história das rendeiras se entrelaça com a criação da Associação das Rendeiras da Praia de Raposa, fundada em 1980 por um grupo de mulheres que decidiu enfrentar os atravessadores e comercializar diretamente suas produções. Atualmente, cerca de 50 mulheres produzem diariamente no espaço, garantindo sustento, autonomia e a continuidade da tradição.

“Eu costumo dizer que a vida gera renda. Quando termino uma peça e vejo a satisfação do cliente, sinto que todo o esforço valeu a pena. A associação nasceu da coragem de mulheres que não aceitaram a desvalorização e permanece viva até hoje, como prova da nossa força e união”, afirma Marilene Marques, presidente da Associação das Rendeiras de Raposa e filha de uma das pioneiras do movimento.

O Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama) também se tornou uma vitrine importante para as peças da Raposa. No local, o visitante pode encontrar e adquirir, de segunda a sexta-feira, peças originais das rendeiras, valorizando o trabalho manual e levando um pouco da cultura maranhense para casa.

“O Ceprama abriu portas para que nossas peças cheguem a um público maior e valorizem ainda mais a nossa arte. Com a ajuda do Estado, temos a oportunidade de participar de feiras como a Fenearte e o Salão do Artesanato, que nos permitem conquistar novos mercados e mostrar o valor da renda de bilro do Maranhão”, destaca a artesã e permissionária Maria Celeste.

Essa valorização tem trazido resultados expressivos. Em 2025, a participação das rendeiras em grandes eventos, como o 19º Salão do Artesanato em São Paulo e a 25ª Fenearte, em Pernambuco, resultou na comercialização de 477 peças e na geração de R$ 42.328,00 em negócios, beneficiando diretamente 33 artesãs e outras 26 pessoas de suas famílias e comunidades.

Para a coordenadora estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Liliane Castro, “as rendeiras da Raposa não são apenas guardiãs de uma técnica artesanal: são artistas, profissionais e símbolos de resistência cultural. Com o apoio das políticas públicas e o reconhecimento da sociedade, a renda de bilro segue firme, perpetuando uma tradição que é, acima de tudo, patrimônio e orgulho do Maranhão”.

Raposa: natureza, cultura e tradição à beira-mar

Além do artesanato, Raposa encanta com suas paisagens paradisíacas. O município é conhecido pelas chamadas “fronhas maranhenses”, formações de dunas e lagoas que lembram os Lençóis Maranhenses, mas em escala menor.

Os passeios para essa região saem diariamente da praia de Raposa, com embarcações que partem geralmente entre 8h e 9h da manhã e retornam no fim da tarde. As lanchas e catamarãs podem ser contratados na própria orla, e o trajeto dura em média uma hora, com paradas para banho, fotos e degustação de petiscos típicos.

O visitante pode também saborear a culinária local, com destaques para o peixe frito, a torta de camarão e o famoso arroz de cuxá, servidos à beira-mar. Assim, visitar Raposa é viver uma experiência completa: apreciar a natureza, saborear a gastronomia maranhense e levar na bagagem uma peça artesanal que carrega história, identidade e amor.

Mais que um souvenir, a renda de bilro da Raposa é símbolo da força feminina, da cultura popular e da arte que fazem do Maranhão um estado de tradições vivas e beleza singular.

Texto e fotos: Geíza Batistta 

fonte: https://turismo.ma.gov.br/noticias/raposa-celebra-dia-municipal-das-rendeiras-arte-que-virou-patrimonio-e-orgulho-do-maranhao

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Guias de Turismo compartilham vivências das Expedições e destacam artesanato dos polos maranhenses no CEPRAMA


Encontro reuniu guias que participaram do programa Expedições de Turismo para apresentar experiências, fortalecer a atuação profissional e valorizar o artesanato dos 10 polos turísticos do Maranhão.

O Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (CEPRAMA) recebeu, na tarde desta terça-feira (09), guias de turismo do SINDEGTUR/MA que participaram das Expedições de Turismo, iniciativa coordenada pela SETUR-MA. O encontro teve como objetivo compartilhar relatos das experiências vividas nos polos turísticos e fortalecer o trabalho da categoria a partir do conhecimento direto dos territórios, com destaque especial para o artesanato maranhense.

As expedições percorreram os dez polos turísticos do estado, possibilitando que os guias conhecessem de perto as culturas locais, os atrativos, os desafios e as expressões artesanais de cada região.

Para o secretário adjunto Ruan Tavares, a vivência em campo amplia a qualidade da experiência turística. “Os guias são fundamentais na experiência do visitante. As expedições permitem que eles compreendam o território em profundidade e transmitam essa riqueza ao turista, valorizando especialmente o artesanato e a identidade de cada polo”.

O presidente do SINDEGTUR-MA, André Gutemberg, ressaltou a importância da participação dos guias sindicalizados e formalizados. “Participar das expedições foi uma experiência transformadora. O guia retorna mais preparado, mais sensível e com repertório real sobre cada município. Isso qualifica os roteiros e fortalece o turismo maranhense”.

O guia Renan Caldas, que integrou a expedição pelos polos Chapada das Mesas e Cocais, reforçou a importância do conhecimento presencial para a atuação profissional. “As expedições promovidas pela Setur-MA foram de suma importância. Vivenciar os roteiros, entender os potenciais e até as dificuldades nos prepara para levar turistas tanto de São Luís quanto de outros estados. Estar no local nos ajuda a formular futuros roteiros com mais segurança e qualidade”, afirmou.

A professora e pesquisadora do IFMA, Janete Chaves, destacou a força do artesanato como elemento que conecta identidade e território. “Percorrer os municípios maranhenses é documentar a memória viva do Maranhão. O programa ajuda o guia a compreender a história e a identidade de cada região, enriquecendo a narrativa turística que chega ao visitante”.

A superintendente de Regionalização da Setur-MA, Aline Souza, enfatizou que o programa de expedições promove integração e pertencimento. “As viagens aproximam os municípios do programa de regionalização e ampliam o olhar dos guias sobre os processos locais. Eles vivenciaram os atrativos e agora ajudam a fortalecer as regiões com informações qualificadas”.

Artesanato dos Polos: identidade, cultura e memória

Durante o seminário, os guias também apresentaram impressões sobre o artesanato encontrado nos dez polos visitados, destacando a diversidade criativa do Maranhão. Em São Luís, chamaram atenção as rendas, a azulejaria e a cerâmica tradicional; nos Lençóis Maranhenses, o buriti, as biojoias e os trançados dominaram as produções registradas. No Delta das Américas, prevaleceram peças ribeirinhas, itens de palha, talo de buriti e trabalhos em madeira.

No Munim, a cerâmica e as fibras naturais se destacaram, enquanto no Cerrado Maranhense os trançados em capim-dourado e elementos rurais, pela proximidade com o Tocantins, foram os mais observados. No polo Amazônia Maranhense, cuias, sementes e artesanato indígena marcaram presença, e na Floresta dos Guarás, predominou o artesanato costeiro e o uso do guarimã.

O Polo Cocais apresentou trançados, bordados e peças de palha como principais referências; já na Chapada das Mesas, couros, madeira e sementes formaram a identidade artesanal local. O mais novo polo, o Sertão Maranhense, revelou produções características da cultura vaqueira, como peças em couro, trançados e elementos sertanejos.

O evento reforçou o papel do CEPRAMA como casa do artesanato maranhense e ponto de integração entre cultura, identidade e desenvolvimento turístico, fortalecendo a parceria com os guias de turismo do estado.

Texto: Geíza Batistta – Assessoria de Comunicação do CEPRAMA/Setur-MA

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Ceprama recebe o espetáculo internacional Buena Vista Social Orchestra, nesta quinta-feira(27)

Ceprama será o cenário do espetáculo internacional que
 traz a São Luís o som autêntico e contagiante de Cuba

 24/11/2025


O Centro de Produção de Artesanato do Maranhão (Ceprama), espaço que pulsa arte e cultura no coração da Madre Deus, será o cenário de uma noite especial no próximo dia 27 de novembro, quando recebe o espetáculo internacional Buena Vista Social Orchestra. O grupo, formado por músicos cubanos que integraram o lendário Buena Vista Social Club, traz a São Luís um show vibrante, que celebra o ritmo e a alma da música tradicional de Cuba.

O evento reforça o papel do Ceprama como um espaço plural, que abriga e valoriza diversas expressões culturais, conectando o público a experiências únicas que unem arte, música e tradição.

Sob a regência do maestro e trombonista Jesus “Aguaje” Ramos, diretor artístico e compositor original do Buena Vista Social Club, a orquestra apresenta uma experiência musical marcante, com banda completa, repertório clássico e produção de alto nível.

Entre os músicos que acompanham Ramos, estão: Luis “Betun” Mariano Valiente Marin (congas e bongô), Emilio Senon Morales Ruiz (piano) e Fabían Garcia (baixo), nomes que fizeram parte da formação original do grupo cubano.

No repertório, não faltarão sucessos que marcaram gerações e tornaram o Buena Vista Social Club um fenômeno mundial, com mais de 50 milhões de discos vendidos e reconhecimento internacional, incluindo o Grammy Awards.

A Buena Vista Social Orchestra promete emocionar o público maranhense em uma noite de celebração, ritmo e nostalgia. O espetáculo é uma realização da produtora Estética Torta e conta com apoio institucional do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA).

SERVIÇO

O quê: Espetáculo Buena Vista Social Orchestra.

Quando: quinta-feira, 27 de novembro de 2025, a partir das 20h.

Onde: Ceprama – Rua São Pantaleão, nº 1322, Bairro Madre Deus, São Luís – MA

Vendas de ingresso no site : https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-saoluis

Atendimento à Imprensa: Geíza Batistta - assessora de imprensa do Ceprama - (098)981628396

fonte: www.turismo.ma.gov.br

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Mulheres quilombolas de Cantanhede levam a força do babaçu ao CEPRAMA e a COP 30

Projeto Quilombás mantém exposição permanente no principal espaço de valorização do artesanato maranhense

20/11/2025

O artesanato maranhense tem ultrapassado fronteiras e mostrado sua potência dentro e fora do Brasil. Esse é o caso do Projeto Quilombás, criado por mulheres quilombolas do município de Cantanhêde (MA). A marca foi selecionada para apresentar seus produtos à base de babaçu na COP 30, em Belém (PA). Após a passagem pela COP30, as criações da marca seguem em exposição do Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama), em São Luís.

Os produtos da Quilombás chegaram ao Ceprama por meio do Espaço Municipalista, iniciativa do projeto Vila Arte – MaranhenCidades, vinculado à Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA).

Entre os destaques que representam a marca Quilombás está o trabalho das mulheres quilombolas das comunidades Viúva e Cachimbo (MA), ambas em Cantanhede (MA). Com sabedoria ancestral e respeito à floresta, elas transformam o babaçu em biojoias, sabões, sabonetes e peças artesanais que traduzem identidade, cultura e sustentabilidade.

O Espaço Municipalista reforça o compromisso do Governo do Estado em valorizar e dar visibilidade aos artesãos maranhenses, abrindo portas para que artistas populares de todos os municípios possam apresentar, comercializar e manter viva a riqueza cultural do Maranhão.

“O Governo do Maranhão, por meio da Setur-MA, tem apoiado o artesanato como instrumento de fortalecimento cultural, geração de renda e preservação das nossas tradições. O Ceprama é a casa do artesão maranhense, sempre aberta ao talento e à criatividade do nosso povo”, destaca a secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo.

Para Rosimeire Mendes Araújo, artesã da comunidade Viúva (MA), a chegada ao Ceprama é uma vitória coletiva: “A gente sempre trabalhou com muito amor. Ver nosso artesanato no Ceprama dá orgulho e mostra que o que fazemos tem valor. Representa a força do nosso povo”.

Quilombás na COP30

Marcado pela resistência de suas comunidades quilombolas, o município de Cantanhede mantém viva a tradição do babaçu como sustento e identidade. Essa força ganhou ainda mais visibilidade quando a marca Quilombás - formada por cerca de 80 mulheres - representou o Maranhão na COP30.

“Essa conquista é fruto de uma rede de parcerias. Em um ano e meio de projeto avançamos porque contamos com três pilares: a Prefeitura de Cantanhede, por meio da Secretaria de Igualdade Racial, o Ceprama, que formaliza nosso trabalho, e o SEBRAE, que nos levou à Loja Colaborativa da Green Zone na COP30. São esses apoios que permitem ao nosso coletivo levar a força do babaçu para o mundo”, reforça a liderança quilombola e secretária municipal de Igualdade Racial de Cantanhede, Rosangela Ludovico..  

A fotógrafa Ana Angelotti, que em outubro expôs no Ceprama uma série de imagens dedicadas ao cotidiano das comunidades tradicionais, esteve nas comunidades Viúva e Cachimbo registrando o dia a dia das artesãs e o processo de criação das peças.

Em Viúva, a fotógrafa acompanhou a confecção de cestos e biojoias. Já em Cachimbo, Angelotti observou a transformação do babaçu em sabões e sabonetes naturais.

“Essas mulheres reinventam o babaçu. Há um conhecimento que atravessa gerações e se transforma em arte”, destaca Ana.

Os produtos das comunidades quilombolas de Cantanhede estão em exposição no Ceprama, ao lado de criações de artesãos de vários municípios maranhenses, reafirmando o espaço como uma vitrine da cultura, da criatividade e da diversidade do estado.

A exposição das peças da Quilombás no Ceprama é um convite para que turistas e a população local possam conhecer de perto esse fazer artesanal e levar para casa um pedaço do Maranhão feito à mão.

O Ceprama está localizado na Rua São Pantaleão, nº 1322, Bairro Madre Deus, São Luís – MA, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados das 9h às 13h.

Texto: Geíza Batistta

Fotos: Ana Carolina Angelotti e Geíza Batistta

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Rendeiras da Raposa: a arte que virou patrimônio e orgulho do Maranhão

 
7/11/2025

A poucos quilômetros da capital maranhense, Raposa encanta com suas belezas naturais, culinária marcante e o som dos bilros que, há quase oito décadas, transformam os fios em arte.

O acesso é fácil: são cerca de 28 km pela MA-203, em um trajeto de 40 minutos de carro. Logo na chegada, a brisa litorânea e o colorido das rendas no tradicional Corredor das Rendeiras recebem os visitantes com o melhor do artesanato local.

Mais que um simples ofício, a renda de bilro é símbolo de identidade, sustento e história da Raposa. Nas mãos das artesãs, o ‘toc-toc’ dos bilros se transforma em música, e cada ponto bordado carrega séculos de tradição, transmitida de mãe para filha.

As peças, roupas, toalhas, sousplats, caminhos de mesa e adornos refletem não apenas delicadeza, mas também a força e a resistência das mulheres que mantêm viva essa herança cultural maranhense.

Esse legado ganhou novo fôlego nos últimos anos, com o reconhecimento oficial do Governo do Estado. Em 2024, foram sancionadas duas leis históricas: a Lei nº 12.262/2024, que declara Raposa como a Terra do Artesanato Renda de Bilro; e a Lei nº 12.242/2024, que eleva a renda de bilro à condição de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Maranhão.

A secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo, destaca que esse apoio institucional vem se traduzindo em oportunidades reais. “Apoiar os profissionais do artesanato, rendeiras é uma prioridade. Garantimos a participação em feiras e eventos nacionais, ampliando a comercialização dos produtos e conquistando novos mercados. Esse apoio é fundamental para que a renda de bilro continue viva, gerando renda e fortalecendo a nossa cultura”, afirma.

Autonomia financeira e tradição

A história das rendeiras se entrelaça com a criação da Associação das Rendeiras da Praia da Raposa, fundada em 1980 por um grupo de mulheres que decidiram enfrentar os atravessadores e comercializar diretamente suas produções. Atualmente, cerca de 50 mulheres produzem diariamente no espaço, garantindo sustento, autonomia e continuidade à tradição.


“Eu costumo dizer que a vida gera renda. Quando termino uma peça e vejo a satisfação do cliente, sinto que todo o esforço valeu a pena. A associação nasceu da coragem de mulheres que não aceitaram a desvalorização e permanece viva até hoje, como prova da nossa força e união”, afirma Marilene Marques, presidente da Associação e filha de uma das pioneiras do movimento.

O Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama), também se tornou uma vitrine importante para as peças da Raposa. No local, o visitante pode encontrar e adquirir, de segunda a sexta-feira, peças originais das rendeiras, valorizando o trabalho manual e levando um pouco da cultura maranhense para casa.

“O Ceprama abriu portas para que nossas peças cheguem a um público maior e valorizem ainda mais a nossa arte. E com a ajuda do Estado, temos a oportunidade de participar de feiras como a Fenearte e o Salão do Artesanato, que nos permitem conquistar novos mercados e mostrar o valor da renda de bilro do Maranhão”, destaca a artesã e permissionária Maria Celeste.

Essa valorização tem trazido resultados expressivos. Em 2025, a participação das rendeiras em grandes eventos, como o 19º Salão do Artesanato em São Paulo e a 25ª Fenearte, em Pernambuco, resultou na comercialização de 477 peças e na geração de R$ 42.328,00 em negócios, beneficiando diretamente 33 artesãs e outras 26 pessoas de suas famílias e comunidades.

Para a coordenadora estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Liliane Castro, “as rendeiras da Raposa não são apenas guardiãs de uma técnica artesanal: são artistas, profissionais e símbolos de resistência cultural. Com o apoio das políticas públicas e o reconhecimento da sociedade, a renda de bilro segue firme, perpetuando uma tradição que é, acima de tudo, patrimônio e orgulho do Maranhão”.

Raposa: natureza, cultura e tradição à beira-mar


Além do artesanato, Raposa encanta com suas paisagens paradisíacas. O município é conhecido pelas chamadas “fronhas maranhenses”, formações de dunas e lagoas que lembram os Lençóis Maranhenses, mas em escala menor.

Os passeios para essa região saem diariamente da praia de Raposa, com embarcações que partem geralmente entre 8h e 9h da manhã e retornam no fim da tarde. As lanchas e catamarãs podem ser contratados na própria orla, e o trajeto dura em média uma hora, com paradas para banho, fotos e degustação de petiscos típicos.

O visitante pode ainda saborear a culinária local, com destaque para o peixe frito, a torta de camarão e o famoso arroz de cuxá servido à beira-mar. Assim, visitar Raposa é viver uma experiência completa: apreciar a natureza, saborear a gastronomia maranhense e levar na bagagem uma peça artesanal que carrega história, identidade e amor.

Mais que um soulvenir, a renda de bilro da Raposa é um símbolo da força feminina, da cultura popular e da arte que faz do Maranhão um estado de tradições vivas e beleza singular.

No próximo dia 10 de novembro, aniversário da cidade, Raposa celebra sua trajetória de fé, trabalho e criatividade, reafirmando o orgulho de ser um dos destinos turísticos mais encantadores do Maranhão e a verdadeira ‘terra da renda de bilro’, onde o passado se tece no presente e a arte segue costurando o futuro.

Texto: Geíza Batistta

fonte: https://turismo.ma.gov.br/noticias/rendeiras-da-raposa-a-arte-que-virou-patrimonio-e-orgulho-do-maranhao

terça-feira, 4 de novembro de 2025

CEPRAMA se transforma em sala de aula e lança ciclo de capacitações para artesãos em parceria com a Universidade CEUMA

Durante os sábados de novembro, o espaço ficará fechado
para visitação, enquanto os artesãos participam de formações
voltadas à comunicação, marketing e vendas digitais.


Durante os sábados de novembro, o Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama) se transforma em sala de aula. O espaço, referência no artesanato maranhense, deu início neste último sábado (1º) a um ciclo de capacitações voltadas aos artesãos permissionários, em parceria com o projeto de extensão Ceuma Mídia Labs, da Universidade CEUMA.

A iniciativa visa aprimorar as habilidades de comunicação, marketing e vendas digitais dos artesãos, fortalecendo o posicionamento do artesanato maranhense também no ambiente on-line. As oficinas acontecem sempre das 9h às 11h, e, durante esse período, o espaço permanecerá fechado para visitação pública.

No primeiro encontro, 17 artesãos participaram ativamente das atividades, que combinaram teoria e prática em torno de temas ligados à comunicação visual e estratégias de divulgação nas redes sociais.

“O Ceprama não é apenas um espaço de comercialização; ele é um centro de aprendizado, formação, inovação e valorização do artesanato maranhense. Os workshops abordarão temas essenciais para os artesãos, com o objetivo de ampliar as oportunidades de comercialização e fortalecer a economia criativa estadual”, destacou o gestor do Ceprama, Silveiro Costa.

O coordenador do projeto Ceuma Mídia Labs, professor Miguel Abdala, ressalta que a ação aproxima o meio acadêmico do mercado, gerando benefícios mútuos. “Para os estudantes, é a oportunidade de aplicar o que aprendem em sala de aula com um público real, vivenciando a comunicação de forma prática. E, para os artesãos, é uma chance de profissionalizar a divulgação dos seus produtos, ampliar o alcance e fortalecer suas marcas”, afirmou.

“O primeiro dia de apresentação do workshop foi muito legal. Sentimos uma troca rica de aprendizados e experiências dos artesãos que estavam engajados e cheios de expectativa. Ansiosa pros próximos dias”, afirmou a estudante de publicidade e Propaganda do Universidade Ceuma, Rayane Santos.

Entre os participantes, o entusiasmo foi o ponto comum. A artesã Neide Baldez, criadora da marca Tok Africano e nova permissionária do Ceprama, que trabalha com artesanato inspirados na cultura afro, avaliou positivamente a experiência.

“Vivemos uma manhã de muito aprendizado, aprender para empreender. Essa parceria é maravilhosa e veio para fortalecer nossas redes sociais e a forma como divulgamos nosso trabalho. Fiquei encantada com o convite e com a proposta do projeto, que é linda e muito necessária. Tenho certeza de que esse aprendizado vai render muitos frutos e coisas boas virão”, destacou a artesã.

As capacitações seguem nos dias 8, 22 e 29 de novembro, sempre no mesmo horário. Ao longo do mês, novos artesãos terão acesso aos conteúdos, que incluem também orientações sobre atendimento, precificação e estratégias de presença digital.

O Ceprama reúne, em suas instalações, peças produzidas com matérias-primas típicas do Maranhão, como buriti, sementes, cerâmica, madeira, renda de bilro, biojoias, couro e materiais reciclados, e atua como um polo que agrega diversas tipologias artesanais do estado.

Serviço

O quê: CEPRAMA se transforma em sala de aula e lança ciclo de capacitações para artesãos em parceria com a Universidade CEUMA

Quando: 8, 22 e 29  de novembro

Onde: CEPRAMA – Rua São Pantaleão, nº 1322, Bairro Madre Deus, São Luís – MA

Texto: Geíza Batistta – Assessora de Comunicação do Ceprama

foto: Yuri Novais